Solidão que me fere,
Solidão que me persegue.
Estou só, me esvaindo em sangue
E pede que não me altere?
Ouça a melodia.
A melodia da solidão.
A melancolia sem perdão.
A paranóia de todo dia.
A vida abandona meu corpo.
Aos poucos me sinto leve.
Espero chegar ao topo,
Antes que a morte me carregue.
Uma morte rápida e indolor.
Não aquelas que acontecem por amor.
Uma morte que seja breve,
E torne minha alma leve...
sexta-feira, 29 de abril de 2011
A Resposta
Será que meu corpo aguenta todo o peso que carrego nos ombros? Será que conseguirei sair ileso desta situação? Será que... Deixa pra lá... Não vou ficar me preocupando com pouco, não vou dar ouvidos ao que dizem de mim, vou simplesmente ignorar a tudo e a todos e seguir meu caminho, para onde o sol brilha, para onde eu possa ser feliz.
Está na hora de mostrar minhas garras, sacudir a poeira e deixar de ser besta... Chega de servir de capacho, chega de ouvir de cabeça baixa. Me rebaixar? Nunca. Vou provar que todos estão errados da forma que mais me convém: provando com ações concretas que nada é como eles pensam.
Vamos nessa. O futuro me aguarda, há muito a fazer em tão pouco tempo. Para que no final, mesmo sendo açoitado e carregando as cicatrizes para o resto da vida, eu ainda consiga ser lembrado, não como alguém que se omitiu e se acovardou, mais como alguém que deu o sangue, o corpo e a alma por uma causa justa.
Está na hora de mostrar minhas garras, sacudir a poeira e deixar de ser besta... Chega de servir de capacho, chega de ouvir de cabeça baixa. Me rebaixar? Nunca. Vou provar que todos estão errados da forma que mais me convém: provando com ações concretas que nada é como eles pensam.
Vamos nessa. O futuro me aguarda, há muito a fazer em tão pouco tempo. Para que no final, mesmo sendo açoitado e carregando as cicatrizes para o resto da vida, eu ainda consiga ser lembrado, não como alguém que se omitiu e se acovardou, mais como alguém que deu o sangue, o corpo e a alma por uma causa justa.
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