sexta-feira, 29 de abril de 2011

Solidão

Solidão que me fere,
Solidão que me persegue.
Estou só, me esvaindo em sangue
E pede que não me altere?

Ouça a melodia.
A melodia da solidão.
A melancolia sem perdão.
A paranóia de todo dia.

A vida abandona meu corpo.
Aos poucos me sinto leve.
Espero chegar ao topo,
Antes que a morte me carregue.

Uma morte rápida e indolor.
Não aquelas que acontecem por amor.
Uma morte que seja breve,
E torne minha alma leve...

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